Com informações do CPB
Começou nessa sexta-feira (dia 21), no Rio de Janeiro, o seminário de orientação do Comitê Paraolímpico Internacional para os Jogos de 2016. Representantes dos comitês Paraolímpico Brasileiro (CPB) e Rio-2016 e dos três níveis de governo acompanharam palestras de dirigentes ligados ao movimento desportivo adaptado mundial. O evento continua nesse sábado e termina com uma entrevista coletiva, às 12h30.
No primeiro dia, o público presente pôde conhecer melhor a história dos esportes adaptados. O diretor executivo do IPC (International Paralympic Commitee), Xavier Gonzalez, mostrou números recentes. Os Jogos Paraolímpicos estão entre os maiores eventos esportivos do mundo. Há seis anos, na cidade de Atenas, foram disputadas 19 modalidades e participaram 3.806 atletas de 136 países. Assistiram à competição 850.000 expectadores. Já em Pequim 20 modalidades fizeram parte do programa, com a participação de 3.951 atletas de 146 países, com cerca de 3,44 milhões de expectadores, 5.600 jornalistas trabalharam na China e a audiência total foi de 3,84 milhões de pessoas.
Os palestrantes mostraram como o IPC funciona. “O seminário ajudará a ensinar aos organizadores dos Jogos Olímpicos do Rio sobre as particularidades dos Jogos Paraolímpicos. São dois eventos diferentes, de duas organizações internacionais diferentes, com o mesmo Comitê Organizador. Estamos destacando as diferenças e as similaridades entre as duas competições”, disse o presidente do CPB, Andrew Parsons.
“É uma honra participar desse seminário. Aprendemos muito durante os Jogos Parapan-americanos e estamos organizando os Jogos Paraolímpicos com a mesma paixão e comprometimento que dedicamos aos Jogos Olímpicos. O Movimento Paraolímpico Brasileiro é referência no mundo”, disse o presidente do Comitê Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman.
O seminário de orientação do IPC termina nesse sábado, quando o Comitê Rio 2016 apresentará objetivos e estratégias para os Jogos Paraolímpicos.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
BRASIL É CAMPEÃO DO DESAFIO DE FUT-5
A argentina tem um novo carrasco. O nome dele é Bill, atacante da Seleção Brasileira de Futebol de Cinco. Nesse sábado, dia 15, ele fez o gol da vitória sobre os 'hermanos' na final do Desafio Internacional da modalidade (voltada para desportistas com cegueira total), realizado no Instituto Benjamin Constant, no bairro da Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro. A competição teve a participação de um terceiro país: a Espanha. Bill também fez o gol do título do Parapan-americano do Rio, em 2007. Na oportunidade, o Brasil derrotou a Argentina por 1 a 0, na Vila Militar de Deodoro.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
SELEÇÃO BRASILEIRA É A DE FUT-5!!!
Após observar com tristeza a ausência de jogadores como Paulo Henrique Lima 'Ganso', Neymar e Marcelo da lista de convocados para a Copa do Mundo, volto a escrever sobre esporte paraolímpico. Aliás, o blog destaca o Desafio Internacional de Futebol de Cinco (atletas com cegueira total), que está sendo realizado no Instituto Benjamin Constant, no bairro da Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro. O torneio conta com Brasil (bicampeão paraolímpico), Argentina e Espanha. Esses países estão entre as quatro grandes forças da modalidade. A outra é a China.
Na terça-feira, dia 11, de acordo com o zagueiro da Seleção Sandro Laina, o Brasil venceu a Argentina por 2 a 1 e, à tarde, empatou em 1 a 1 com a Espanha.
Na quinta-feira, dia 13, os brasileiros enfrentam novamente os espanhóis, às 10h, e os argentinos, às 15h.
A final será no sábado, às 13h.
Um abraço paraolímpico. Tchau.
Na terça-feira, dia 11, de acordo com o zagueiro da Seleção Sandro Laina, o Brasil venceu a Argentina por 2 a 1 e, à tarde, empatou em 1 a 1 com a Espanha.
Na quinta-feira, dia 13, os brasileiros enfrentam novamente os espanhóis, às 10h, e os argentinos, às 15h.
A final será no sábado, às 13h.
Um abraço paraolímpico. Tchau.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
APÓS UM ANO FORA DAS PISCINAS, CLODOALDO VOLTA A TREINAR
Carnaval é sinônimo de folia. Essa frase valeu para milhões de pessoas que se esbaldaram em blocos e trios elétricos pelo país, mas não para um atleta com um passado recente brilhante: Clodoaldo Silva. Durante a festividade, o nadador paraolímpico treinou nove horas por dia na Associação Niteroiense de Deficientes Físicos (Andef), no estado do Rio de Janeiro.
Ele ficou mais de um ano sem competir por causa de problemas particulares. A fase ruim começou em setembro de 2008, quando recebeu um duro golpe dias antes do início dos Jogos Paraolímpicos de Pequim. O Comitê Paraolímpico Internacional o reclassificou. Dessa forma, foi obrigado a sair da classe S4 e teve de competir na S5, de ritmo muito mais forte e com atletas com menor comprometimento físico.
Os resultados não foram tão bons quanto os da Paraolimpíada de Atenas, em 2004. 'Clodo' conquistou apenas duas medalhas, uma de prata e uma de bronze, em provas de revezamento. Na Grécia, levou seis de ouro e uma de prata. Porém, o nadador espera voltar a ser o 'Tubarão das Piscinas', brilhando no esporte para pessoas com deficiência.
"Estou treinando forte. Quero ter bons resultados em 2010. Para isso, preciso me esforçar ao máximo. O Carnaval foi de muito trabalho. Sacrifiquei a folia, mas isso tudo valerá a pena no futuro", disse Clodoaldo.
Nos próximos dias, Clodoaldo Silva continuará as atividades físicas na Andef. A competição que pode marcar a volta do Tubarão das Piscinas deve ser a etapa norte-nordeste do Circuito Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação, em Belém, no Pará, entre os dias 12 e 14 de março. Ele nasceu em Natal, no Rio Grande do Norte, e está com 31 anos. O atleta conquistou 13 medalhas em três edições dos Jogos Olímpicos. Sua primeira Paraolimpíada foi a de Sydney, Austrália, em 2000. Na oportunidade, ganhou quatro medalhas, três de prata e uma de bronze.
A Andef é uma ONG que tem como objetivo apoiar o esporte para pessoas com deficiência física, visual ou intelectual. O Centro de Treinamento da associação é referência no país.
Para entender a classificação na natação paraolímpica:
O atleta é submetido à equipe de classificação, que fará testes de força muscular, mobilidade nas articulações e testes motores (realizados dentro da água). Vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor o número da classe. As classes sempre começam com a letra S (swimming) e o atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).
S1 a S10 / SB1 a SB9 / SM1 a SM10 – nadadores com limitações físicas.
S11, SB11, SM11 S12, SB12, SM12 S13, SB13, SM13 – nadadores com deficiência visual ou cegueira total (a classificação neste caso é a mesma do judô e futebol de cinco).
S14, SB14, SM14 – nadadores com deficiência intelectual.
Ele ficou mais de um ano sem competir por causa de problemas particulares. A fase ruim começou em setembro de 2008, quando recebeu um duro golpe dias antes do início dos Jogos Paraolímpicos de Pequim. O Comitê Paraolímpico Internacional o reclassificou. Dessa forma, foi obrigado a sair da classe S4 e teve de competir na S5, de ritmo muito mais forte e com atletas com menor comprometimento físico.
Os resultados não foram tão bons quanto os da Paraolimpíada de Atenas, em 2004. 'Clodo' conquistou apenas duas medalhas, uma de prata e uma de bronze, em provas de revezamento. Na Grécia, levou seis de ouro e uma de prata. Porém, o nadador espera voltar a ser o 'Tubarão das Piscinas', brilhando no esporte para pessoas com deficiência.
"Estou treinando forte. Quero ter bons resultados em 2010. Para isso, preciso me esforçar ao máximo. O Carnaval foi de muito trabalho. Sacrifiquei a folia, mas isso tudo valerá a pena no futuro", disse Clodoaldo.
Nos próximos dias, Clodoaldo Silva continuará as atividades físicas na Andef. A competição que pode marcar a volta do Tubarão das Piscinas deve ser a etapa norte-nordeste do Circuito Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação, em Belém, no Pará, entre os dias 12 e 14 de março. Ele nasceu em Natal, no Rio Grande do Norte, e está com 31 anos. O atleta conquistou 13 medalhas em três edições dos Jogos Olímpicos. Sua primeira Paraolimpíada foi a de Sydney, Austrália, em 2000. Na oportunidade, ganhou quatro medalhas, três de prata e uma de bronze.
A Andef é uma ONG que tem como objetivo apoiar o esporte para pessoas com deficiência física, visual ou intelectual. O Centro de Treinamento da associação é referência no país.
Para entender a classificação na natação paraolímpica:
O atleta é submetido à equipe de classificação, que fará testes de força muscular, mobilidade nas articulações e testes motores (realizados dentro da água). Vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor o número da classe. As classes sempre começam com a letra S (swimming) e o atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).
S1 a S10 / SB1 a SB9 / SM1 a SM10 – nadadores com limitações físicas.
S11, SB11, SM11 S12, SB12, SM12 S13, SB13, SM13 – nadadores com deficiência visual ou cegueira total (a classificação neste caso é a mesma do judô e futebol de cinco).
S14, SB14, SM14 – nadadores com deficiência intelectual.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Morre Luiz Algacir
Fonte: Comitê Paraolímkpico Brasileiro
Luiz Algacir faleceu às 6h30 do último sábado, aos 36 anos. Estava internado desde julho de 2009 para cirurgia de retirada de um tumor e tratamento do câncer. A medalha de prata conquistada nos Jogos Paraolímpicos de Pequim, em 2008, foi seu maior feito na carreira.
“Ele foi o maior atleta brasileiro do tênis de mesa”, garante Benedito Rodrigues de Oliveira, o Benê, técnico de Algacir. “As coisas não evoluíram", lamentou.
O presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons, não escondeu a tristeza da perda do grande desportista. “Recebemos consternados com a notícia sobre o falecimento do atleta Luiz Algacir, um dos mais queridos no movimento paraolímpico", afirmou o dirigente.
“Ele foi um dos atletas de maior relevância no cenário nacional, teve uma carreira incrível, que culminou com a medalha de prata em Pequim. Além de um grande atleta era uma grande pessoa. Nossa condolências à família. O CPB se põe à disposição.”
Luiz era extremamente querido pelos amigos e companheiros de esporte. O tênis de mesa era a paixão deste paranaense que perdeu os movimentos das pernas aos 15 anos, após cair de uma árvore em Foz do Iguaçu.
O esporte entrou na sua vida aos 18 anos. Mas antes jogava basquete e tênis. Foi a amiga e também atleta Maria Luiza Passos que o convenceu a ir para o tênis de mesa. O encanto foi tanto que o sonho dele era ensinar a modalidade para crianças depois que abandonasse as competições.
“Quero encerrar a carreira realizado, depois de alcançar todos os meus objetivos. Mas não vou conseguir ficar longe do esporte, por isso pretendo ser técnico de crianças”, planejava antes da Paraolimpíada de Pequim.
Carreira bem-sucedida. Além da medalha de prata paraolímpica, o atleta tinha dois ouros parapan-americanos, conquistados em 2007, no Rio de Janeiro, um individual e outro em equipe. Luiz Algacir também foi eleito duas vezes consecutivas o melhor jogador cadeirante das Américas: em 2001 e 2002.
“Ele foi a pessoa mais fantástica com quem eu já trabalhei. Ele sabia ouvir, sabia aplicar a técnica e sabia treinar forte”, recorda Benê. Luiz Algacir foi enterrado ontem no Cemitério do Boqueirão.
Luiz Algacir faleceu às 6h30 do último sábado, aos 36 anos. Estava internado desde julho de 2009 para cirurgia de retirada de um tumor e tratamento do câncer. A medalha de prata conquistada nos Jogos Paraolímpicos de Pequim, em 2008, foi seu maior feito na carreira.
“Ele foi o maior atleta brasileiro do tênis de mesa”, garante Benedito Rodrigues de Oliveira, o Benê, técnico de Algacir. “As coisas não evoluíram", lamentou.
O presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons, não escondeu a tristeza da perda do grande desportista. “Recebemos consternados com a notícia sobre o falecimento do atleta Luiz Algacir, um dos mais queridos no movimento paraolímpico", afirmou o dirigente.
“Ele foi um dos atletas de maior relevância no cenário nacional, teve uma carreira incrível, que culminou com a medalha de prata em Pequim. Além de um grande atleta era uma grande pessoa. Nossa condolências à família. O CPB se põe à disposição.”
Luiz era extremamente querido pelos amigos e companheiros de esporte. O tênis de mesa era a paixão deste paranaense que perdeu os movimentos das pernas aos 15 anos, após cair de uma árvore em Foz do Iguaçu.
O esporte entrou na sua vida aos 18 anos. Mas antes jogava basquete e tênis. Foi a amiga e também atleta Maria Luiza Passos que o convenceu a ir para o tênis de mesa. O encanto foi tanto que o sonho dele era ensinar a modalidade para crianças depois que abandonasse as competições.
“Quero encerrar a carreira realizado, depois de alcançar todos os meus objetivos. Mas não vou conseguir ficar longe do esporte, por isso pretendo ser técnico de crianças”, planejava antes da Paraolimpíada de Pequim.
Carreira bem-sucedida. Além da medalha de prata paraolímpica, o atleta tinha dois ouros parapan-americanos, conquistados em 2007, no Rio de Janeiro, um individual e outro em equipe. Luiz Algacir também foi eleito duas vezes consecutivas o melhor jogador cadeirante das Américas: em 2001 e 2002.
“Ele foi a pessoa mais fantástica com quem eu já trabalhei. Ele sabia ouvir, sabia aplicar a técnica e sabia treinar forte”, recorda Benê. Luiz Algacir foi enterrado ontem no Cemitério do Boqueirão.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
SELEÇÃO DE JUDÔ TREINA PARA O MUNDIAL
Os 13 atletas que representarão o Brasil no Mundial de Judô paraolímpico, no final de março, na Turquia, começaram ontem (no dia 18), em São Paulo, a primeira fase de treinamentos. Serão 20 dias de trabalhos em grupo. A ideia, segundo o coordenador técnico da seleção, Jaime Roberto Bragança, é investir pesado no preparo físico dos selecionados para, a partir do dia 25, depois dar dar atenção à parte técnica. As atividades terminarão no dia 6 de fevereiro.
“Para dar volume aos treinamentos optamos por treinar no Ibirapuera, junto com os atletas do Projeto Futuro”, diz Jaime Roberto.
O objetivo é deixar o grupo de 13 atletas preparados física, técnica e psicologicamente para o desafio na Turquia.
“Temos atletas de vários estados. Eles passarão por um período de treinos fortes. Isso vai tranquilizá-los durante o Mundial”, argumenta o coordenador técnico.
Dos 13 convocados, apenas três são da capital paulista e apenas apenas quatro são experientes: Antônio Tenório, Daniele Bernardes, Deanne Silva e Karla Ferreira são medalhistas paraolímpicos.
“Temos atletas novos que podem surpreender”, garante Jaime.
Os 13 convocados:
Alexandre Magno Ferreira da Silva / NATAL-RN / PESADO
Andréia Matos Canteiro / CAMPO GRANDE-MS / MEIO LEVE
Antônio Tenório da Silva – SÃO JOSÉ DO RIO PRETO-SP / MEIO PESADO
Daniele Bernardes da Silva – SÃO PAULO-SP / MEIO MÉDIO
Deanne Silva de Almeida – BELO HORIZONTE-MG / PESADO
Dênis Aparecido Rosa – SÃO PAULO-SP / MEIO MÉDIO
Halyson Oliveira Botô – NATAL-RN / MEIO LEVE
Karla Ferreira Cardoso – RIO DE JANEIRO-RJ / LIGEIRO
Lucia da Silva Teixeira – SÃO PAULO-SP / LEVE
Magno Marques Gomes – MOGI DAS CRUZES-SP / LEVE
Roberto Julian Santos da Silva – RIO DE JANEIRO-RJ / MÉDIO
Rogério Campos dos Santos – MOGI DAS CRUZES-SP / LIGEIRO
Victória Santos de Almeida e Silva – CAMPO GRANDE-MS / MÉDIO
Comissão técnica:
Jaime Roberto Bragança – Coordenador da Modalidade – SÃO PAULO-SP
Alexandre de Almeida Garcia – Técnico – SÃO PAULO-SP
Tibério Marimbondo do Nascimento – Aux. Técnico – NATAL-RN
“Para dar volume aos treinamentos optamos por treinar no Ibirapuera, junto com os atletas do Projeto Futuro”, diz Jaime Roberto.
O objetivo é deixar o grupo de 13 atletas preparados física, técnica e psicologicamente para o desafio na Turquia.
“Temos atletas de vários estados. Eles passarão por um período de treinos fortes. Isso vai tranquilizá-los durante o Mundial”, argumenta o coordenador técnico.
Dos 13 convocados, apenas três são da capital paulista e apenas apenas quatro são experientes: Antônio Tenório, Daniele Bernardes, Deanne Silva e Karla Ferreira são medalhistas paraolímpicos.
“Temos atletas novos que podem surpreender”, garante Jaime.
Os 13 convocados:
Alexandre Magno Ferreira da Silva / NATAL-RN / PESADO
Andréia Matos Canteiro / CAMPO GRANDE-MS / MEIO LEVE
Antônio Tenório da Silva – SÃO JOSÉ DO RIO PRETO-SP / MEIO PESADO
Daniele Bernardes da Silva – SÃO PAULO-SP / MEIO MÉDIO
Deanne Silva de Almeida – BELO HORIZONTE-MG / PESADO
Dênis Aparecido Rosa – SÃO PAULO-SP / MEIO MÉDIO
Halyson Oliveira Botô – NATAL-RN / MEIO LEVE
Karla Ferreira Cardoso – RIO DE JANEIRO-RJ / LIGEIRO
Lucia da Silva Teixeira – SÃO PAULO-SP / LEVE
Magno Marques Gomes – MOGI DAS CRUZES-SP / LEVE
Roberto Julian Santos da Silva – RIO DE JANEIRO-RJ / MÉDIO
Rogério Campos dos Santos – MOGI DAS CRUZES-SP / LIGEIRO
Victória Santos de Almeida e Silva – CAMPO GRANDE-MS / MÉDIO
Comissão técnica:
Jaime Roberto Bragança – Coordenador da Modalidade – SÃO PAULO-SP
Alexandre de Almeida Garcia – Técnico – SÃO PAULO-SP
Tibério Marimbondo do Nascimento – Aux. Técnico – NATAL-RN
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Prêmio Brasil Olímpico
Pela terceira vez seguida no Prêmio Brasil Olímpico, que acontece daqui a pouco no Maracanãzinho, o nadador Daniel Dias será escolhido o melhor atleta brasileiro com deficiência. Ele venceu o Laureus, o Oscar do Esporte, na categoria melhor desportista paraolímpico, e o Prêmio Brasil Paraolímpico. Além disso, bateu vários recordes mundiais em competições nacionais e internacionais. A remadora Josiane Lima também receberá a premiação. Josiane foi vice-campeã mundial de double skiff misto na Polônia, ao lado de Elton Santana.
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