O nadador paraolímpico Daniel Dias elogiou nesta quinta-feira (9) a ampliação do programa Bolsa-Atleta do Ministério do Esporte. O atleta explicou que o auxílio é importante, principalmente, para desportistas com deficiência. Segundo ele, muitos têm dificuldade para conseguir recursos para treinar.
Para o atleta, os empresários e a sociedade devem olhar os desportistas com deficiência de uma forma diferente. “Eu sei de casos de atletas que têm dificuldades de angariar patrocínio. As pessoas precisam começar a ver o desporto paraolímpico como esporte de alto rendimento e não de reabilitação”.
Embora ele não tenha contado com a ajuda do Bolsa-Atleta do Ministério do Esporte, Daniel reconheceu que, graças ao programa, muitos atletas podem começar a competir. “O que está faltando é a ajuda para o início da carreira, pois depois que você consegue os resultados fica mais fácil conseguir um patrocínio”, disse.
No início da carreira, o atleta contou com a ajuda do pai para praticar o esporte. “Graças a Deus meu pai pagava minhas viagens para competir”. Com os resultados obtidos, ele conseguiu dois patrocínios para competir nos Jogos Paraolímpicos de Pequim 2008 e voltou para casa com nove medalhas no peito, quatro delas de ouro.
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