domingo, 24 de maio de 2020
O que aconteceu com o esporte paralímpico no Vasco?
Surpresa e decepção. Esses foram os sentimentos da treinadora de natação Lívia Prates e dos atletas com deficiência do Vasco por causa da atitude da presidência e diretoria do clube. No fatídico dia 11 de maio, Lívia, que era coordenadora das modalidades adaptadas do chamado Gigante da Colina, precisou ir a São Januário, em tempos da possibilidade de reuniões on-line, com os desportistas que possuem comorbidades (e podem ser vítimas fatais da doença Covid-19) para assinaturas de demissões de todos os envolvidos com o esporte paralímpico do clube. Foi a extinção do movimento para atletas com deficiência no Vasco, ou seja, 125 jovens entre atletas de ponta, com ótimos índices para os Jogos de Tóquio de 2021, e alunos com muita vontade ficaram a ver naus cruzmaltinas. 'Tive que ir presencialmente à sede, sempre com a presença estranha de um segurança, com cadeirantes e outros que precisam de muletas. Em plena pandemia, eles foram colocados em perigo', disse Lívia ao canal de YouTube 'Na torcida vascaína'. Ela não escondeu grande tristeza, pois, além da HISTÓRIA de belo trabalho no paradesporto brasileiro, também é vascaína de coração. Com informações d'O Estado de São Paulo e Diário da Causa Operária.
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Um comentário:
Que absurdo!
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