O presidente Luís Inácio Lula da Silva receberá nesta quarta-feira, às 11h30, no Palácio do Planalto, os medalhistas paraolímpicos. Os atletas fizeram em Pequim a melhor campanha brasileira na história dos Jogos. O país terminou em 9º lugar no quadro de medalhas, com 16 de ouro, 14 de prata e 17 de bronze.
Presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Vital Severino Neto está gratificado pela homenagem.
“Esse encontro é muito bom para o esporte paraolímpico expressar o resultado de todo o trabalho desenvolvido nesses anos. Nesse momento os atletas sentem orgulho de serem recebidos pela autoridade máxima do país”, explica.
Entre os homenageados está o nadador Daniel Dias, que conquistou nove medalhas nos Jogos. “Estou feliz de saber que o presidente nos valoriza e que a partir de agora a sociedade pode se orgulhar dos atletas. Para nós será muito bom. Espero que tenhamos cada vez mais reconhecimento”, afirmou.
Lucas Prado estará no evento. O velocista cego conquistou três medalhas de ouro e dois recordes mundiais na competição. Os atletas do remo adaptável, bocha e tênis de mesa que trouxeram medalhas inéditas para o país também estarão presentes.
Esta não é a primeira vez que os atletas paraolímpicos são recebidos pelo Presidente da República. Em 2004, após a conquista de 14 medalhas de ouro, 12 de prata e 7 de bronze em Atenas, os atletas foram convidados para participar de um encontro no Palácio do Planalto.
Relação dos atletas que estarão no evento
Ádria Rocha Santos - Atletismo
Adriano Gomes de Lima - Natação
Alan Fonteles Cardoso de Oliveira - Atletismo
André Brasil Esteves - Natação
Andreonni Fabrizius Farias do Rego - Futebol de 5
Antônio Tenório da Silva - Judô
Claudemir do Nascimento Santos - Atletismo
Clodoaldo Francisco da Silva - Natação
Damião Robson de Souza Ramos - Futebol de 5
Daniel de Faria Dias - Natação
Daniele Bernardes da Silva - Judô
Deanne Silva de Almeida - Judô
Dirceu José Pinto - Bocha
Edênia Nogueira Garcia - Natação
Eliseu dos Santos - Bocha
Elton da Conceição Santana - Remo
Fabiana Harumi Sugimori - Natação
Francisco de Assis Avelino - Natação
Ivanildo Alves de Vasconcelos - Natação
Jefferson Gonçalves - Futebol de 5
Jerusa Geber dos Santos - Atletismo
João Batista da Silva - Futebol de 5
Joon Sok Seo - Natação
Jorge Luiz Silva de Souza - Atletismo – atleta-guia
Josiane Dias de Lima - Remo
Justino Barbosa dos Santos - Atletismo – atleta-guia
Karla Ferreira Cardoso - Judô
Lucas Prado - Atletismo
Luis Antônio Correa da Silva - Natação
Luiz Algacir Vergílio da Silva - Tênis de Mesa
Luiz Henrique Barbosa da Silva - Atletismo – atleta-guia
Luiz Rafael Krub - Atletismo – atleta-guia
Marcos Fernandes Alves - Hipismo
Marcos José Alves Felipe - Futebol de 5
Michelle Aparecida Ferreira - Judô
Mizael Conrado de Oliveira - Futebol de 5
Odair Ferreira dos Santos - Atletismo
Phelipe Andrews Melo Rodrigues - Natação
Ricardo Steinmetz Alves - Futebol de 5
Sandro Laina Soares - Futebol de 5
Severino Gabriel da Silva - Futebol de 5
Shirlene Santos Coelho - Atletismo
Terezinha Aparecida Guilhermina - Atletismo
Tito Alves de Sena - Atletismo
terça-feira, 30 de setembro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
A determinação move montanhas
A Adeacamp perdeu os dois jogos da seletiva de rugby em cadeira de rodas, realizada no Rio, mas mostrou ter uma equipe guerreira. O time saiu de Campinas, interior de São Paulo, às 0h de sábado e chegou às 8h. Exaustos da cansativa viagem de kombi, seus atletas ainda passaram pela avaliação funcional durante toda a manhã. Mas valeu a pena. A Adeacamp mostrou espírito esportivo e ainda revelou alguns bons valores para a modalidade, como o veloz Alexandre Taniguchi, classe 2.5 (uma das mais baixas).
Os treinadores Luís Gustavo e Luís Felipe de Campos falaram sobre a importância desse trabalho. “O esporte é ótimo para pessoas com deficiência, pois trabalha a força dos braços e essa atividade em tetraplégicos é fundamental. Além disso, a freqüência respiratória tem uma melhoria significativa”, disse Luís Gustavo, estudante da Unicamp.
Já Luís Felipe ressaltou a criação de um clube da modalidade em uma das principais universidades do país. “Somos voluntários e esse bom trabalho começou há apenas dois meses graças aos esforços do Professor da Unicamp José Irineu Gorla”, afirmou.
Alexandre Taniguchi ainda lembrou que o Professor Gorla introduziu o handebol para cadeirantes na Unicamp.
Os treinadores Luís Gustavo e Luís Felipe de Campos falaram sobre a importância desse trabalho. “O esporte é ótimo para pessoas com deficiência, pois trabalha a força dos braços e essa atividade em tetraplégicos é fundamental. Além disso, a freqüência respiratória tem uma melhoria significativa”, disse Luís Gustavo, estudante da Unicamp.
Já Luís Felipe ressaltou a criação de um clube da modalidade em uma das principais universidades do país. “Somos voluntários e esse bom trabalho começou há apenas dois meses graças aos esforços do Professor da Unicamp José Irineu Gorla”, afirmou.
Alexandre Taniguchi ainda lembrou que o Professor Gorla introduziu o handebol para cadeirantes na Unicamp.
domingo, 28 de setembro de 2008
Urece não enxerga obstáculos
No dia 21, a Urece conquistou a segunda etapa do Campeonato Estadual de Futebol de Cinco (para atletas cegos), realizado na cidade de Volta Redonda. Os Tigres de Bengala, como são conhecidos os jogadores da Urece, também conquistaram o troféu na primeira etapa, em julho, no Rio de Janeiro. Dessa forma, a Urece está muito perto de se sagrar a campeã estadual de 2008. Basta alcançar o quarto lugar na última etapa, a ser realizada em Campos, no início de novembro. Nesse torneio, a Urece contou com a ilustre participação da professora alemã de futebol para Cegos, Julia Hallanzy, chamadora da equipe.
Homenagem mais do que merecida
O radialista Sérgio Moraes recebeu uma justa e atrasada homenagem da diretoria do América. Um dos vestiários do Estádio Édson Passos recebeu o seu nome. O filho do grande narrador Sérgio Moraes, o repórter da Rádio Tupi Sérgio Américo, o presidente do clube, Reginaldo Matias, os eternos craques americanos Edu Coimbra e Alex, o apresentador do EsporTVisão (TV Brasil), Sérgio du Bocage, o presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, Rubens Lopes, o jornalista Alex Escobar (SporTV) e os ilustres torcedores Tia Ruth e Jorge Sangue estavam presentes. O placar eletrônico do estádio também foi inaugurado.
Seletiva de rugby em cadeira de rodas
A ONG Gerreiros da Inclusão conquistou neste sábado o título da seletiva de rugby para cadeirantes, realizada na quadra do Colégio Antônio Prado Júnior, na Tijuca, Zona Norte do Rio. O técnico André Veloso, da Guerreiros, foi escolhido para comandar a seleção brasileira no Torneio da Colômbia.
A Guerreiros venceu o Rio Quad Rugby Club por 24 a 18 e a Adecamp por 19 a 13. No outro jogo, o Rio Quad triunfou sobre a Adecamp por 31 a 19.
Os jogadores de Fut-7 Wânderson e Mito, a fisioterapeuta da seleção de Futebol para paralisados cerebrais Márcia Fernandes, a ex-assessora de Comunicação do Comitê Paraolímpico Brasileiro Luciana Pereira e a nutricionista Flávia Figueiredo, única especializada em desporto adaptado no país, estavam presentes.
A Guerreiros venceu o Rio Quad Rugby Club por 24 a 18 e a Adecamp por 19 a 13. No outro jogo, o Rio Quad triunfou sobre a Adecamp por 31 a 19.
Os jogadores de Fut-7 Wânderson e Mito, a fisioterapeuta da seleção de Futebol para paralisados cerebrais Márcia Fernandes, a ex-assessora de Comunicação do Comitê Paraolímpico Brasileiro Luciana Pereira e a nutricionista Flávia Figueiredo, única especializada em desporto adaptado no país, estavam presentes.
sábado, 27 de setembro de 2008
A FESTA NÃO ACABOU!
Ex-goleiro do Flu em campanha pela acessibilidade
Fabrício Costa
Fonte: Globoesporte.com
Querido no Fluminense pela conquista do tricampeonato carioca (83/84/85) e do Brasileiro (84), o ex-goleiro Paulo Vitor esteve nesta quinta-feira nas Laranjeiras para testar sua popularidade nos dias de hoje. Não só foi motivo de boas lembranças por antigos funcionários do clube, como percebeu que da década de 80 para cá poderia levantar outras bandeira que não fosse a tricolor. E foi exatamente isso que ele fez ao aderir à campanha da Acessibilidade.
- Sou embaixador deste projeto que pretende diminuir a discriminação dos deficientes físicos. Acho que os clubes são os lugares certos para iniciarmos essa inclusão social. Fluminense, Santos, Botafogo, Grêmio, Corinthians, São Paulo, Inter e Cruzeiro já aderiram à causa - conta o comentarista do SporTV, que atualmente reside em Goiás.
Aos 51 anos, Paulo Vitor tem como missão divulgar o principal projeto beneficente do governo federal. Antes que alguém ache que o ex-jogador está pedindo verba aos clubes, ele se defende.
- Não peço dinheiro a ninguém. O que desejo é que os jogadores entrem em campo com a camisa da Acessibilidade para divulgar essa campanha. Já consegui a adesão de grandes ídolos também, como o Zico, Jairzinho e Roberto Dinamite - explica.
Paulo Vitor é sempre lembrado pela torcida do Fluminense como o goleiro que menos gols levou na história do clube - durante uma edição de Campeonato Brasileiro. Em 1985, ele sofreu 12 gols em 24 jogos, uma média de 0,52 por partida.
Fonte: Globoesporte.com
Querido no Fluminense pela conquista do tricampeonato carioca (83/84/85) e do Brasileiro (84), o ex-goleiro Paulo Vitor esteve nesta quinta-feira nas Laranjeiras para testar sua popularidade nos dias de hoje. Não só foi motivo de boas lembranças por antigos funcionários do clube, como percebeu que da década de 80 para cá poderia levantar outras bandeira que não fosse a tricolor. E foi exatamente isso que ele fez ao aderir à campanha da Acessibilidade.
- Sou embaixador deste projeto que pretende diminuir a discriminação dos deficientes físicos. Acho que os clubes são os lugares certos para iniciarmos essa inclusão social. Fluminense, Santos, Botafogo, Grêmio, Corinthians, São Paulo, Inter e Cruzeiro já aderiram à causa - conta o comentarista do SporTV, que atualmente reside em Goiás.
Aos 51 anos, Paulo Vitor tem como missão divulgar o principal projeto beneficente do governo federal. Antes que alguém ache que o ex-jogador está pedindo verba aos clubes, ele se defende.
- Não peço dinheiro a ninguém. O que desejo é que os jogadores entrem em campo com a camisa da Acessibilidade para divulgar essa campanha. Já consegui a adesão de grandes ídolos também, como o Zico, Jairzinho e Roberto Dinamite - explica.
Paulo Vitor é sempre lembrado pela torcida do Fluminense como o goleiro que menos gols levou na história do clube - durante uma edição de Campeonato Brasileiro. Em 1985, ele sofreu 12 gols em 24 jogos, uma média de 0,52 por partida.
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