A Adeacamp perdeu os dois jogos da seletiva de rugby em cadeira de rodas, realizada no Rio, mas mostrou ter uma equipe guerreira. O time saiu de Campinas, interior de São Paulo, às 0h de sábado e chegou às 8h. Exaustos da cansativa viagem de kombi, seus atletas ainda passaram pela avaliação funcional durante toda a manhã. Mas valeu a pena. A Adeacamp mostrou espírito esportivo e ainda revelou alguns bons valores para a modalidade, como o veloz Alexandre Taniguchi, classe 2.5 (uma das mais baixas).
Os treinadores Luís Gustavo e Luís Felipe de Campos falaram sobre a importância desse trabalho. “O esporte é ótimo para pessoas com deficiência, pois trabalha a força dos braços e essa atividade em tetraplégicos é fundamental. Além disso, a freqüência respiratória tem uma melhoria significativa”, disse Luís Gustavo, estudante da Unicamp.
Já Luís Felipe ressaltou a criação de um clube da modalidade em uma das principais universidades do país. “Somos voluntários e esse bom trabalho começou há apenas dois meses graças aos esforços do Professor da Unicamp José Irineu Gorla”, afirmou.
Alexandre Taniguchi ainda lembrou que o Professor Gorla introduziu o handebol para cadeirantes na Unicamp.
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