O governador do estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), parece que está longe do apoio necessário na Assembleia Legislativa, a Alerj, para que não seja aberto processo de impeachment devido a fraudes nos contratos emergenciais, ou seja, nas fases de construção e aparelhamento de hospitais de campanha para o tratamento de pacientes com a doença Covid-19. Witzel precisaria de 36 dos 70 votos dos deputados. Segundo fontes ligadas aos políticos fluminenses, não teria 11.
Enquanto isso, os secretários pulam do barco. No dia 28, o de Trabalho e Renda, Jorge Gonçalves da Silva, entregou a pasta. Nesse final de semana, o de Polícia Civil, Marcus Vinícius Braga, deixou o cargo. O deputado Carlos Augusto Nogueira, do PSD, o que garantiria cinco votos pró-Witzel, não aceitou o convite para substituir Braga. Ele teria indicado Patrícia Alumany, que comanda o Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro.
Um comentário:
Paulo! Até com saúde, as pessoas querem ganhar dinheiro. Eu jamais seria política. É um mundo sujo!
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