O Cinema Soviético foi um dos movimentos mais importantes da
História. Hoje, quatro obras fundamentais para a
construção de uma nova estética.
Cine-Olho, de 1924
Para o cine-verdade, a teoria-manifesto criada por Dziga exatamente
com essa película, a ideia determina os rumos do filme. Nada escapa
do movimento infinito do chamado cinema revolucionário dos anos
1920.
Encouraçado Potemkin, de 1925, de Serguei Eisenstein
Uma revolta de marinheiros no Encouraçado Potemkin. Com esse
pretexto, o genial Eisenstein demonstra domínio total do fazer
cinema.
Serguei trabalha a montagem, atualmente chamada de edição, como a
alma do filme.
Outubro, de 1927, mas somente lançado em 1928, de Serguei
Eisenstein
Lançado para comemorar os dez anos da Revolução Soviética,
Eisenstein precisou cortar todas as sequências onde Leon Trotsky, o
verdadeiro líder do Exército Vermelho, aparecia durante a obra. Uma
interferência ruim de Josef Stalin sobre o gênio criativo de
Serguei. Aliás, essa atitude de Stalin foi extremamente infeliz já
que é justiça histórica reconhecer o papel fundamental de Trotsky
na Revolução de 1917.
Mesmo com esse grande problema, ‘Outubro’ é um filme que traz as
concepções artísticas do vanguardista Eisenstein elevadas à
máxima potência.
Um homem com uma câmera, de 1929, de Dziga Vertov
É a continuação do cine-verdade de Vertov. O filme relata a
rotina do proletariado na União Soviética. O diretor de filmes e
(por que não?) operário das imagens se torna personagem. É um
documentário reflexivo.
2 comentários:
Assista aos outros.Eisenstein e Vertov eram geniais.
Postar um comentário