sexta-feira, 12 de junho de 2020

Eisenstein e Vertov, gênios da Sétima Arte

O Cinema Soviético foi um dos movimentos mais importantes da História. Hoje, quatro obras fundamentais para a construção de uma nova estética. 

Cine-Olho, de 1924

Para o cine-verdade, a teoria-manifesto criada por Dziga exatamente com essa película, a ideia determina os rumos do filme. Nada escapa do movimento infinito do chamado cinema revolucionário dos anos 1920.

Encouraçado Potemkin, de 1925, de Serguei Eisenstein

Uma revolta de marinheiros no Encouraçado Potemkin. Com esse pretexto, o genial Eisenstein demonstra domínio total do fazer cinema.

Serguei trabalha a montagem, atualmente chamada de edição, como a alma do filme.


Outubro, de 1927, mas somente lançado em 1928, de Serguei Eisenstein


Lançado para comemorar os dez anos da Revolução Soviética, Eisenstein precisou cortar todas as sequências onde Leon Trotsky, o verdadeiro líder do Exército Vermelho, aparecia durante a obra. Uma interferência ruim de Josef Stalin sobre o gênio criativo de Serguei. Aliás, essa atitude de Stalin foi extremamente infeliz já que é justiça histórica reconhecer o papel fundamental de Trotsky na Revolução de 1917. 

Mesmo com esse grande problema, ‘Outubro’ é um filme que traz as concepções artísticas do vanguardista Eisenstein elevadas à máxima potência.

Um homem com uma câmera, de 1929, de Dziga Vertov

É a continuação do cine-verdade de Vertov. O filme relata a rotina do proletariado na União Soviética. O diretor de filmes e (por que não?) operário das imagens se torna personagem. É um documentário reflexivo.

2 comentários:

Paulo Vitor Ferreira disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
PV Ferreira disse...

Assista aos outros.Eisenstein e Vertov eram geniais.

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